quarta-feira, 30 de maio de 2012

Caminhos para a cidade ideal

Para construirmos uma cidade ideal é necessário fazê-la funcionar por todos e para todos, então, é necessário entender para mudar a sociedade.

A HISTÓRIA DAS COISAS


CIDADES MAIS INTELIGENTES


A CIDADE IDEAL


QUESTÕES SOCIAIS NA METRÓPOLE


UMA HORA VOLTA PARA VOCÊ

A CIDADE

Iniciamos os nossos debates acerca da cidade, espaço de encontros e reuniões, onde as trocas que permitiram o surgimento da civilização começaram e que desde 2008 mais da metade da população habita os ambientes urbanos, gerando assim diversos problemas urbanos decorrentes dos conflitos sociais e falta de infraestrutura adequada.

Nossas reflexões começam com a cidade de Paris, uma das capitais mais importantes do mundo, surgida ainda no Império Romano e com mais de 2.000 anos de história urbana para ser estudada, marcando assim, a transição das nossas aulas históricas para a metrópole contemporânea.

DESCONSTRUINDO PARIS - Documentário do Discovery Channel que mostra a cidade além da superfície, a forma como foram construídas suas ruas, pontes, e sistemas que permitiram seu avanço ao longo do tempo


POPULAÇÃO MUNDIAL - Já somos 7 bilhões - National Geographic


O MUNDO CHEGA A 7 BILHÕES 



O CAOS (parte 01) - Superpopulação - History Channel


SUPERPOPULAÇÃO - A criação de um mito


MORADORES DE TÓQUIO SOFREM COM A FALTA DE ESPAÇO - Reportagem do Jornal Nacional da Globo (31/10/2011)



Aula 13 - A evolução da arquitetura - Ecletismo, modernismo e pós-modernismo

AULA 12 - A evolução da arquitetura - Arquitetura Gótica, construção iluminada - Renascimento e barroco: todos os caminhos vêm de Roma.

Download AQUI

AULA 11 - A evolução da arquitetura - O esplendor Bizantino e a arquitetura Paleo-cristã (Românico, Monastecismo e Cidade Medieval)

DOWNLOAD AQUI


Em seu Meditação, o imperador romano Marco Aurélio (121-80 a.C), reconheceu o declínio da sua nação. "Brincadeiras e tolices em casa, guerras lá fora", escreveu. "Às vezes, terror, às vezes torpor ou preguiça estúpida: esta é a tua escravidão diária."

Por volta do século III, o império estava ainda mais enfraquecido. O exército, a economia e o espírito em geral decaíram. O auxílio público e os espetáculos não eram mais suficientes, e a insatisfação com a religião pagã do Estado estava desenfreada. Para preencher o vazio, o cristianismo atraiu fiéis, tornado-se a religião oficial em 394 d.C. Novas edificações refletiram a grandiosidade desse status imperial. Nos mil anos seguintes as estruturas da Igreja dominaram os arais da poderosa arquitetura.

Quando Roma e império ocidental estavam em ruínas, o centro de gravidade deslocou-se em direção ao leste. Enquanto que a avalanche de tribos germânicas, como hunos, godos e vândalos, saqueavam e pilhavam, prevaleceu a era do barbarismo, conhecida como a Idade das Trevas. No entanto, no leste, Constantinopla vivia uma era radiante, florescendo com igrejas e palácios opulentos que mais tarde deslumbrariam os cruzados.

Em 330 d.C., Constantino (o primeiro imperador cristão) transferiu a capital do Império para Bizâncio. Até ser dominada pelos turcos em 1453, essa cidade fascinante era o ponto alto da cultura da Europa. O império bizantino atingiu o auge durante o reinado de Justiniano (527-565). Sobreviveu pelos 900 anos seguintes, mas foi gradualmente diminuindo de tamanho. No entanto, sua influência aumentou, tornando-se o repositório da tradição clássica.


ARQUITETURA ROMÂNICA


Na história da arquitetura ocidental, os 5 séculos entre a queda de Roma, por volta de 479, e o ano 1000 passaram praticamente em branco. Sob a depredação de tribos bárbaras, apenas preocupadas em destruir, a arquitetura monumental não declinou: simplesmente desapareceu.
Como as guerras eram uma constante ameaça, todos os edifícios eram baluartes, fortalecidos para segurança. Com paredes espessas e janelas pequenas, tanto a arquitetura secular quanto a religiosa tinham aparência de fortalezas. Outras características do estilo românico eram o sistema modular de construção, com interiores divididos em intercolúnios quase quadrangulares, e pilares grossos sustentando arcos arredondados e abóbadas cilíndricas. A arquitetura românica variava em diferentes localidades da França, Itália, Espanha, Inglaterra e Alemanha, de acordo com os diferentes climas, tradições e materiais.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Proposta de temas para avaliação final

Boa tarde alunos,
Disponibilizo agora para reflexão alguns dos temas propostos para a avaliação final da disciplina. O objetivo desse trabalho é estabelecer uma relação entre a arquitetura e algum outro tema de interesse de vocês. Essas propostas disponibilizadas não são absolutas, podendo ser adequadas a outros interesses particulares.
O trabalho será composto de uma parte escrita e de uma apresentação oral para a turma.
Vocês devem se organizar em individualmente ou em duplas e na terça-feira (08/05) devem apresentar sua proposta de estudo.
  • Arquitetura e Teatro 
  • Arquitetura e Cenário 
  • Arquitetura e Paisagismo 
  • Arquitetura e sustentabilidade 
  • Arquitetura e quadrinhos 
  • Arquitetura e cinema 
  • Arquitetura e música 
  • Arquitetura e movimento 
  • Arquitetura e sociedade 
  • Arquitetura efêmera 
  • Arquitetura e estrutura 
  • Arquitetura e as cores 
  • Arquitetura e Natureza(biomimética) 
  • Arquitetura e decoração 
  • A arquitetura e o esporte 
  • A arquitetura e acessibilidade 
  • Arquitetura e conforto 
  • Arquitetura e moda
Sugiro que estudem as temáticas propostas buscando referencias em livros e na internet para saber se serão capazes de desenvolver suas ideias.
Como sugestão de pesquisa recomendo os seguintes sites:

ARCOWEB - Portal de Arquitetura, Interiores, Design, Lighting e Tecnologia com matérias e notícias atualizadas diariamente.

VITRUVIUS - Portal de arquitetura com textos críticos, documentos históricos, resenhas, artigos em periódico mensal e entrevistas.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

E se o Império Romano não tivesse acabado?


Em vez da França, a província de Gália. Em vez da Inglaterra, a Bretanha. Em vez da Bulgária, a Trácia. Quem já leu as aventuras de Asterix conhece bem esses nomes esquisitos de regiões dominadas pelos exércitos de Roma (as histórias do herói gaulês se passam por volta de 50 a.C., época do apogeu doImpério Romano). Pois assim seria o Velho Mundo se o império com sede em Roma não tivesse se desintegrado: uma única nação contornando o Mediterrâneo ao longo das costas européia, asiática e africana. Mas a mudança dos nomes das localidades européias é a menos importante das diferenças. O mundo seria outro. O capitalismo talvez ainda não tivesse surgido e, sem ele, a conquista e a colonização da América não aconteceriam. No final das contas, o Brasil poderia ser até hoje uma terra de índios.

Mas vamos aos poucos. Primeiro é bom lembrar o que houve com o império de Roma. O poder imperial começou a se esfarelar no século 3, quando ocorreram lutas internas entre generais e vivia-se uma verdadeira anarquia militar. Para se ter uma idéia, em 50 anos houve pelo menos 20 imperadores, que foram destituídos um após o outro (alguns inclusive reinaram simultaneamente, em conflito).

Continua AQUI